Transparência
De onde vêm os dados e como construímos a leitura de possíveis impactos
O Impactos do Clima existe para uma coisa: ajudar você a entender os fenômenos climáticos com dados que qualquer pessoa pode conferir. Nesta página mostramos as fontes, o caminho que os dados percorrem e como checar qualquer informação antes de acreditar nela.
Esta plataforma foi desenvolvida com inteligência artificial para ajudar produtores, consumidores e quem empreende a entender possíveis impactos climáticos. A IA ajuda a interpretar dados, notícias e indicadores climáticos. Os insights gerados por IA são informativos e podem conter imprecisões. Sempre consulte as fontes originais e os órgãos oficiais para decisões críticas. O Impactos do Clima utiliza diferentes fontes públicas para contextualizar informações climáticas: a existência de uma fonte ou empresa mencionada na plataforma não representa endosso, parceria ou recomendação.
Fontes públicas que alimentam a plataforma
Todas são públicas e gratuitas — clique para conferir você mesmo. A menção não representa endosso, parceria ou patrocínio.
INMET
Instituto Nacional de Meteorologia
Chuva, temperatura, anomalias e avisos meteorológicos oficiais (Fonte: INMET).
CEMADEN
Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais
Alertas de desastres, deslizamentos e enchentes.
ONS
Operador Nacional do Sistema Elétrico
Reservatórios, carga e geração por subsistema (Fonte: ONS).
CONAB
Companhia Nacional de Abastecimento
Acompanhamento de safra e oferta de alimentos.
IBGE
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Malha territorial dos 27 estados e dados de população.
NOAA / CPC
Climate Prediction Center (EUA)
Status e intensidade do El Niño (índice ONI).
ANA
Agência Nacional de Águas
Monitor de secas e situação dos recursos hídricos.
S2iD
Sistema Integrado de Informações sobre Desastres
Registros oficiais de desastres por município.
Como a informação vira um indicador
Explicamos o caminho em quatro etapas. Os pesos e ajustes finos do modelo são proprietários, mas o insumo é sempre público e verificável.
1 · Coleta
Reunimos séries públicas de clima, energia, safra e desastres — sempre de órgãos oficiais, nunca de posts de redes sociais.
2 · Padronização
Cada série é normalizada para a mesma escala de tempo e de território (região e unidade federativa), para que a comparação faça sentido.
3 · Leitura de risco
As variáveis são ponderadas em um indicador estimativo de 0 a 100, que resume a combinação de sinais climáticos, elétricos e de preços da região.
4 · Contexto editorial
A compilação de notícias mostra como veículos com redação verificável estão reportando o mesmo cenário.
Como ler o indicador de 0 a 100
- 0–34 · Baixo — situação próxima do normal.
- 35–54 · Moderado — vale acompanhar.
- 55–74 · Elevado — cenário que pede acompanhamento próximo.
- 75–100 · Crítico — siga sempre as orientações oficiais.
Indicador estimativo baseado nos dados e premissas disponíveis. Não representa um alerta oficial.
Como não cair em notícia falsa sobre o clima
- Procure a fonte primária: se a notícia não cita INMET, CEMADEN, ONS, Defesa Civil ou um estudo, desconfie.
- Verifique a data e o local do conteúdo — vídeos de enchentes antigas circulam como se fossem de agora.
- Desconfie de previsão fechada demais: clima é probabilidade, não certeza ("vai chover 200 mm no dia 12" é sinal de alerta).
- El Niño não age igual no país inteiro: chuva no Sul e seca no Nordeste podem acontecer ao mesmo tempo.
- Alerta oficial de risco à vida sempre vem de canal oficial: Defesa Civil (199), CEMADEN por SMS (CEP para 40199) e INMET.
Veículos que acompanhamos
A compilação de notícias usa apenas canais com redação identificável e correção pública de erros.
Veja os indicadores aplicados à sua região
A Análise traduz tudo isso em gráficos, mapa e indicadores de atenção — e o Radar Notícias mostra como a imprensa está cobrindo o mesmo cenário.
Aviso importante. As informações exibidas são indicadores, estimativas e projeções construídas a partir de dados públicos, modelos e séries históricas (INMET, ONS, CONAB, IBGE, NOAA/CPC). Não representam garantia de ocorrência futura, recomendação de investimento, orientação agronômica nem substituem alertas oficiais. O Impactos do Clima não é órgão meteorológico nem sistema oficial de alerta. Em situações de emergência, siga sempre as orientações dos órgãos oficiais e da Defesa Civil (199). Valores de inflação, bandeira tarifária e possíveis impactos na energia são projeções indicativas e podem divergir dos números efetivamente observados.